Fazia tempo que não entrava luz.
Trago na alma, uma ânsia indefinida,
Que nas noites de luar, entoavas comovida.
Sobre o meu passado, foi por certo,
Um duro espinho.
Que me feriu o ser, em plena vida flor.
E, ansiosa, deste então, com a alma palpitante;
O teu amor, surgiu, veio de mansinho dizendo "se queres ser feliz"
E na morna cadência,
Não sei se nos amamos,
Entretanto, quando nos despedimos,
Que tortura!






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